quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Nota de esclarecimento

Outra impressão interessante que muita gente teve sobre o meu livro, e que gostaria de aproveitar o blog para esclarecer é: não, as histórias não foram baseadas em personagens ou dramas reais, a não ser quando eu deixo isso claro no livro.
Sei que é tentador relacionar as coisas, desculpem, mas não é o caso.

6 comentários:

  1. Oi Lu!

    Adoro esse tipo de confusão, pois ela mostra que com um pouco de imaginação, podemos fazer associações incorretas.

    Mais profundamente, revela que nós leitores queremos mesmo é saber da tua vida ao ler tua obra. Estamos curiosos sobre você.

    Beijos!
    Rê.

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  2. :)

    Mais interessante a fofoca sobre a atriz do que a novela, hã?
    Acho que você é um pouco suspeito pra falar sobre interesse sobre a minha vida, mas tenho que concordar que a partir do momento que foram pessoas próximas que fizeram essas tentativas de associação, deve haver mais interesse em me pensar do que em pensar o livro.

    Beijo!

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  3. Oi Lu!

    Eu, suspeito?!? 'magina!!! :D

    Sério, eu acho isso muito bom - se você olhar a coisa sem os óculos de escritora por um momento, tenho certeza que irá concordar que uma pessoa é sempre mais interessante que um livro.

    Eu até que tenho pouca informação sobre você, mas imediatamente tentei conectar as histórias pessoais que você me contou com as histórias do seu livro.

    Acho que fiz isso pois fiquei sonhando em virar personagem seu.

    Mil beijos, minha autora!
    Rê.

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  4. Oi Rê!

    Você não seria personagem meu. Teria que ser um livro inteiro ou uma coleção em várias línguas! ;)

    Beijo!!!
    Lu

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  5. Oi Lu!

    (Acho que fiquei vermelho de ler seu comentário) ;)

    Acho que o que eu disse outro dia para você e o Chico é relevante neste assunto: a arte é criancice no adulto, socialmente aceita.

    Você mostrou pra gente uma brincadeira sua, de que maneira você preserva sua parte mais pura, sua imaginação, apesar do cáustico dia-a-dia, que convenhamos, é soda.

    Nada mais genuinamente admirado do que querer brincar com você, do que efetivamente brincar, interpretar, discutir, querer escrever com você, sobre você, por você...

    Beijos com perfume de livro velho,
    Rê.

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